Boletim 3×22 Nº 4: Pluralidades Indígenas

Após termos expressado nosso Manifesto, questionado o que somos, e entendido o re-voltar-se, nós criamos, assim, de modo consciente ou não, a malha na qual poderíamos nos sustentar para abordar com acuidade e responsabilidade sócio-histórica os nossos Povos Originários. Conscientes da importância e da potencialidade do discurso segundo a própria experiência no mundo, priorizamos as vozes indígenas para comporem este Boletim. Contamos com a vital curadoria de Xindêda (Diego) Puri e Betty Mindlin. Esta, uma antropóloga dedicada à valorização das culturas indígenas e filha dos fundadores da BBM; aquele, então mestrando em Literatura Brasileira na USP, engajado e consciente de sua atuação como indígena e acadêmico. Agradecemos com o mesmo apreço a artista plástica índigena Rosi Araújo que nos possibilitou trazer, a partir de suas obras, um esboço da riqueza artística indígena para a nossa publicação.

Para ler nesta edição

Página 04 – Editorial

Página 09 – Uma introdução, entrevista com Betty Mindlin

Página 21 – Movimentos pendulares do romantismo, por Cilaine Alves

Página 25 – O indianismo de Gonçalves Dias, por Marcos Flamínio

Página 31 – O índio romântico não é o índio real, entrevista com Mirhiane Mendes de Abreu

Página 37 – O mito do acampamento garimpeiro, entrevista com Ailton Krenak

Página 47 – Uma luta pela vida, entrevista com Sonia Guajajara

Página 54 – Mito de origem da humanidade na percepção do povo ikólóéhj, por Iram Káv Sona Gavião

Página 59 – Línguas indígenas: permanências, rupturas e retomadas, por Xindêda Puri

Página 65 – Arte: lugar de tensão, entrevista com Andreia Duarte

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