Boletim 3×22 Nº 3: Revolução

Revolução vem de revolver, verbo transitivo direto que significa virar pra trás, para os lados, revirar-se, retorcer-se. Em astronomia, pode ser o movimento de um astro que retorna a um eixo da sua própria órbita. Em política, um movimento de revolta contra um poder estabelecido. Acreditamos que trazer à tona esse tema é, ainda, uma forma de dar voz àqueles que são silenciados ou esquecidos propositalmente nas narrativas históricas. Debatemos nestas páginas o processo pelo qual um evento é submetido até ser compreendido como o surgimento de um novo estado revolucionário, além de questionarmos o teor das revoltas populares e indagarmos se é possível falar realmente em alguma revolução no Brasil.

Para ler nesta edição

Página 06 – Oliveira Lima e a (longa) história da independência

Página 12 – Afinal, quem faz a revolução? entrevista com Ângelo Segrillo

Página 17 – O silenciamento de uma história, por Norberto de Assis

Página 20 – Nunca foi tão difícil falar sobre revoluções, por Danilo Chaves Nakamura

Página 24 – A memória da ditadura militar, entrevista com Marcos Napolitano

Página 34 – Cinema e política: um relacionamento complexo, entrevista com Maurício Cardoso

Página 42 – Um gigante na sala-de-estar, por Norberto de Assis

Página 44 – Revolução caraíba e democracia selvagem, por Matheus Ávila

Página 47 – Urubu malandro/Raízes do Brasil/Telúricos, por Keissy Carvelli

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